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	<title>:: LeoLuz :: &#187; Linux</title>
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		<title>Ubuntu 10.04 (LucidLynx) &#8211; Primeiras Impressões</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 04:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoLuz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[cloud-computing]]></category>
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		<description><![CDATA[Intro Já faz um tempo que eu acompanho o Ubuntu Project. Para ser mais preciso, venho usando esse sistema operacional desde a versão 6.06 (DapperDrake) lançada em junho de 2006. De la para cá muita coisa mudou e em dez dias a partir da data de hoje a Canonical irá lançar sua mais nova versão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<h2>Intro</h2>
<p>Já faz um tempo que eu acompanho o Ubuntu Project. Para ser mais preciso, venho usando esse sistema operacional desde a versão 6.06 (DapperDrake) lançada em junho de 2006. De la para cá muita coisa mudou e em dez dias a partir da data de hoje a Canonical irá lançar sua mais nova versão desse SO, o Ubuntu 10.04 codinome LucidLynx.</p>
<h2>Objetivo do Post</h2>
<p>A Canonical já disponibilizou em seu site a versão beta para aqueles que já querem ir testando o novo sistema. Meu objetivo com esse post não é listar todas as novas funcionalidades pois essas informações podem ser facilmente obtidas pelo <a href="http://www.ubuntu.com/testing/lucid/beta2#New%20features%20since%20Ubuntu%209.10" target="_blank">site oficial</a>. A minha meta é mostrar as impressões gerais de um antigo usuário (que conhece alguns problemas das versões antigas). Para isso eu testei a versão beta instalada em 2 maquinas virtuais: Uma com o MacOSX como Host e outra com o Windows7. Infelizmente não fiz o teste com a instalação nativa e dessa forma não vou poder falar muita coisa em relação à performance e aceleração 3D.</p>
<h2>Instalação/Inicialização</h2>
<p>Tirando algumas pequenas mudanças no layout e alguns efeitos de &#8220;perfumaria&#8221; o processo de instalação não trouxe nenhuma grande novidade. Ele ainda te pede para executar os mesmos passos até concluir a instalação do SO. Como de costume o processo é bem fácil e qualquer criança é capaz de executar.</p>
<h2>Mudança de Layout</h2>
<p>O tema default do Ubuntu teve uma grande mudança, o que gerou um certo desconforto na comunidade. Os botões de controle de janelas passaram do lado direito (windows-like) para o lado esquerdo (macos-like). Como layout e design são questões de gosto, você já pode imaginar que a comunidade ficou bem agitada com essa mudança. Particularmente achei que ficou bem melhor do que estilo antigo. O próprio Mark Shuttleworth (dono da Canonical) respondeu para a comunidade colocando argumentos muito coerentes afirmando que o Ubuntu não é uma democracia onde qualquer pessoa pode decidir, e sim uma meritocracia, onde apenas aqueles que demonstram ter mérito em um determinado assunto podem tomar as decisões (IMHO: fair enough). A resposta pode ser lida na integra <a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/light-themes/+bug/532633/comments/167" target="_blank">aqui</a> (recomendo a leitura!).</p>
<p><a href="http://leo.classluz.net/wp-content/uploads/2010/04/lucidlynx_screen.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-387" title="evil-santa" src="http://leo.classluz.net/wp-content/uploads/2010/04/lucidlynx_screen.png" alt="LucidLynx" width="400" height="315"  style="border: 1px dotted white; padding: 3px;"/></a></p>
<h2>Gnome 2.30</h2>
<p>Como de costume, uma nova versão do Ubuntu é lançada logo após a nova versão do Gnome. O LucidLynx vem com o Gnome 2.30 e este por si só já traz uma <a href="http://library.gnome.org/misc/release-notes/2.30/" target="_blank">serie de novidades</a>. </p>
<h4>Social Network</h4>
<p>No meu caso a primeira melhoria notada foi em relação à integração do InstantMessenger (Empathy) com o resto do sistema operacional. Pelo visto os desenvolvedores do Gnome estão dando ênfase a social networking pois tudo esta muito bem integrado. Rapidamente você configura suas contas de broadcast (Twitter, Facebook, Identi.ca, etc..) no Gwibber, suas contas de IM (MSN, GTalk, IRC, etc..) no Empathy, e tudo fica muito bem organizado em um único ponto, facilitando muito o gerenciamento. Esse gerenciador chama-se MeMenu , é bem simples e funcional. Vale a pena dar uma olhada na <a href="https://wiki.ubuntu.com/MeMenu" target="_blank">sua especificação</a> para entender melhor a idéia.</p>
<p>O antigo bug do Gwibber que não permitia configurá-lo em uma rede com proxy autenticado foi corrigido e as funções principais estão funcionando muito bem. Não é difícil notar que o novo layout desses aplicativos sofreram uma certa influencia de seus similares para o MacOS: Tweetie e Adium, o que na minha opinião significa um excelente avanço e uma ótima experiência de usuário.</p>
<h4>FileManager (Nautilus)</h4>
<p>O Nautilus também ganhou uma pequena melhoria em seu layout. Agora ele não só permite que se abram varias abas, mas como também permite que se abram duas áreas independentes para visualização simultânea.</p>
<p><a href="http://leo.classluz.net/wp-content/uploads/2010/04/nautilus_screen.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-387" title="evil-santa" src="http://leo.classluz.net/wp-content/uploads/2010/04/nautilus_screen.png" alt="Nautilus" width="400" height="315"  style="border: 1px dotted white; padding: 3px;"/></a></p>
<h2>Ubuntu One</h2>
<p>O pessoal da Canonical está <a href="http://voices.canonical.com/ubuntuone/" target="_blank">nitidamente investindo</a> em sua solução de CloudComputing. De forma bem resumida, o <a href="https://one.ubuntu.com/features/" target="_blank">Ubuntu One</a> é um diretório virtual que permite que você integre os seus arquivos pessoais na &#8220;nuvem&#8221; da Canonical. Algo similar ao MobileMe da Apple.</p>
<p>Para aqueles que se interessam em saber um pouco mais da <a href="http://blogs.gnome.org/rodrigo/2009/06/03/desktop-datasettings-replication/" target="_blank">arquitetura do Ubuntu One</a>, vão descobrir alguns fatos curiosos como por exemplo, a utilização do <a href="http://couchdb.apache.org/" target="_blank">CouchDB</a> (Document Based Database) no projeto.</p>
<p>Infelizmente não consegui sincronizar nenhum arquivo com a minha conta pessoal. A aplicação apresentou alguns bugs graves e no final deu um crash feio. O relatório do bug foi devidamente enviado para a Canonical. Esperamos que até o lançamento da versão final já esteja mais funcional.</p>
<h2>Kernel 2.6.32</h2>
<p>As questões relacionadas ao kernel são de mais baixo nível e já não interessam a grande maioria das pessoas. Porém se você é um verdadeiro usuário Linux tenho certeza que vai procurar se informar um pouco sobre como <a href="http://kernelnewbies.org/Linux_2_6_32" target="_blank">anda a evolução</a> do cérebro do sistema. De qualquer forma, um fato que achei curioso pesquisando sobre a próxima versão (2.6.33) é que eles <a href="http://kernelnewbies.org/Linux_2_6_33#head-e62f8734739a22c3d2ae775e9052b290311083c4" target="_blank">removeram todo o código do Android</a>. Ou seja, no LucidLynx ainda há código obsoleto a ser removido. De qualquer forma isso não significa muita coisa em relação à performance do sistema conforme relatado. Segue o trecho do changelog que explica o ocorrido:</p>
<blockquote><p>
Google doesn&#8217;t seem to have interest in improving the Android drivers to have minimum quality standards which could allow to merge them in the main Linux tree and share them with the rest of community. Of course, that&#8217;s totally legal, but it&#8217;s sad that a project that is doing so much to bring open source to the masses has become an example of how not to interact with an open source community.
</p></blockquote>
<p>Artigo recomendado: <a href="http://www.kroah.com/log/linux/android-kernel-problems.html" target="_blank">Android and the Linux kernel community</a>.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Apesar de ter presenciado alguns bugs graves na integração do SO com o <a href="https://one.ubuntu.com/features/" target="_blank">Ubuntu One</a>, lembro que ainda estamos na versão beta. Até o lançamento da versão final esses problemas provavelmente já estarão corrigidos. A funcionalidade parece bem interessante e a Canonical esta com uma política de conta free com 2GB. Vai ficar bem legal quando tudo estiver 100% funcional. </p>
<p>Outra questão legal é que a Canonical está realmente trazendo algumas inovações para o sistema como uma área de social networking nativa totalmente integrada. Particularmente, não acredito que os 2 outros SOs irão lançar alguma solução similar a essa por questões de marketing, pois a principio eles estariam promovendo indiretamente outras marcas como o Google, Twitter, M$, etc, e isso talvez não seja algo tão interessante no mundo dos negócios. No meu ponto de vista, essa é mais uma vantagem em se usar qualquer distribuição Linux. Os distribuidores não tem que se preocupar tanto com estratégias comerciais. Se o software é livre e a funcionalidade é interessante o bastante para ser publicada por que não disponibilizá-la na próxima versão?
</p></div>
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		<title>Blogando com Markdown no Github</title>
		<link>http://leo.classluz.net/2009/02/19/blogando-com-markdown-no-github/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 03:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoLuz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Git]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[github]]></category>
		<category><![CDATA[jekyll]]></category>
		<category><![CDATA[markdown]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>
		<category><![CDATA[rubygem]]></category>
		<category><![CDATA[textile]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente venho fuçando nos repositórios do github. Ficou realmente bem legal o lance de misturar comunidades, projetos open source e git. Para quem não sabe, o git é um SCM distribuido criado por Linus Torvalds que segue o conceito de versionadores modernos como o bazaar e o mercurial. Se você não conhece nada sobre git [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><img class="size-full wp-image-312 alignleft" title="github" src="http://leo.classluz.net/wp-content/uploads/2009/02/github.png" alt="github" width="179" height="179" /></p>
<p>Ultimamente venho fuçando nos repositórios do <a title="github" href="http://github.com" target="_blank">github</a>. Ficou realmente bem legal o lance de misturar comunidades, projetos open source e <a title="git" href="http://git-scm.com/" target="_blank">git</a>. Para quem não sabe, o <a title="git" href="http://git-scm.com/" target="_blank">git</a> é um SCM distribuido criado por Linus Torvalds que segue o conceito de versionadores modernos como o <a title="bazaar" href="http://bazaar-vcs.org/" target="_blank">bazaar</a> e o <a title="mercurial" href="http://www.selenic.com/mercurial/wiki/" target="_blank">mercurial</a>. Se você não conhece nada sobre <a title="git" href="http://git-scm.com/" target="_blank">git</a> mas quer dar uma fuçada no <a title="github" href="http://github.com" target="_blank">github</a> aconselho a ler primeiro o <a title="micro tutorial git" href="http://www.akitaonrails.com/2008/4/3/micro-tutorial-de-git" target="_blank">micro tutorial de git</a> do Akita para dar o ponta-pé inicial.</p>
<p>Atualmente o github é formado basicamente por projetos ruby e isso pode ser verificado <a title="github languages" href="http://github.com/languages" target="_blank">neste</a> gráfico. Nunca li um único tutorial sobre ruby; não por falta de vontade ou curiosidade, mas estou dando foco em aprender outras coisas ultimamente. Por enquanto, minha postura com ruby é meramente como usuário e isso já é o bastante para tirar proveito de projetos bem interessantes.</p>
<p>Semana passada descobri que o github oferece um serviço para que cada usuário possa publicar um site com as informações sobre seus projetos no formato de blog. Trata-se do <a title="github pages" href="http://pages.github.com/" target="_blank">github pages</a>. O github pages oferece suporte ao <a title="jekyll" href="http://github.com/mojombo/jekyll/tree/master" target="_blank">jekyll</a> que é uma espécie de blog engine que gera páginas estáticas.</p>
<p>Confesso que bati um pouco de cabeça até fazer as coisas funcionarem corretamente com a gem do <a title="jekyll" href="http://github.com/mojombo/jekyll/tree/master" target="_blank">jekyll</a> e entender o seu padrão de diretórios e nomes de arquivos. Mas no final foi até bom porque achei uma outra gem que facilitou e muito a minha vida. Trata-se do jekyll_generator. Irei falar desse generator mais adiante.</p>
<h3>Markdown ou textile?</h3>
<p>O último fator, não menos interessante, que me chamou muito a atenção é que o <a title="jekyll" href="http://github.com/mojombo/jekyll/tree/master" target="_blank">jekyll</a> suporta <a title="markdown" href="http://daringfireball.net/projects/markdown/" target="_blank">markdown</a> e <a title="textile" href="http://textile.thresholdstate.com/" target="_blank">textile</a>. Ambos provem um formato de texto de fácil leitura por um humano com a capacidade de gerar um documento html. Entre os dois eu particularmente prefiro o <a title="markdown" href="http://daringfireball.net/projects/markdown/" target="_blank">markdown</a> pois sua linguagem é extremamente limpa, livre de markups e tags. <a title="textile" href="http://textile.thresholdstate.com/" target="_blank">Textile</a> já não é limpo assim. Veja <a title="jekyll textile" href="http://github.com/mojombo/jekyll/raw/master/README.textile" target="_blank">esse</a> exemplo de textile na documentação do próprio <a title="jekyll" href="http://github.com/mojombo/jekyll/tree/master" target="_blank">jekyll</a> e tirem suas conclusões. Estou escrevendo esse post usando o <a title="vim" href="http://www.vim.org/" target="_blank">vim</a> com a syntax <a title="mkd.vim" href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=1242" target="_blank">mkd.vim</a> e nesse momento ele está com essa cara:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-313" style="border: 1px dotted white; padding: 3px;" title="vim-markdown" src="http://leo.classluz.net/wp-content/uploads/2009/02/vim-markdown.png" alt="vim-markdown" width="443" height="380" /></p>
<p>Bom chega de contar história e vamos ao que interessa!</p>
<h3>Pré-requisitos</h3>
<p>Se você usa Ubuntu como SO lembre-se que para poder instalar as gems você precisará de basicamente 3 pacotes: ruby, ruby-dev e o rubygems. Caso você não tenha instalado esses pacotes ou mesmo não sabe se tem ou não, execute:</p>
<div style="border:1px dashed white; padding:8px; text-align: left; font-size: 10pt"><code>$ sudo aptitude install ruby rubygems ruby-dev</code></div>
<p>As gems do ruby instalam um tipo de executável geralmente em: <code>/var/lib/gems/[versão do ruby]/bin</code>. Para não ter dor de cabeça toda vez que for instalar uma gem, adicionei esse caminho na minha variável <code>$PATH</code>.</p>
<p>Pronto.. Esses são os pré-requisitos para começar a brincadeira.</p>
<h3>Setup do seu repo do github pages</h3>
<p>Crie um novo repo no github com o nome no formato [seu usuário].github.com. O github sempre verifica se você tem um repo com o nome nesse formato e caso encontre, ele automaticamente publica seu conteúdo na respectiva url: <code>http://[seu usuário].github.com</code>.</p>
<p>Você pode sincronizar com esse repo, arquivos html estáticos, e a cada <code>git push</code> que você der, seu site será atualizado automaticamente. Mas até ai não tem muita graça.. É ai que entra o jekyll e as coisas começam a ficar mais interessantes.</p>
<h3>Criando a estrutura do Jekyll</h3>
<p>Como disse anteriormente o jekyll é uma espécie de blog engine, e para criar esse blog ele se baseia em uma determinada estrutura de arquivos e diretórios. Comecei a dar uma fuçada nesse padrão e a coisa começou a ficar meio chata.. Foi quando achei o jekyll_generator. Ele gera toda a estrutura do jekyll e já disponibiliza um template bem legal.</p>
<p>Para instalar a gem do jekyll_generator execute:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px; text-align: left; font-size: 10pt"><code>$ sudo gem source -a http://gems.github.com/<br />
$ sudo gem install jekyll_generator<br />
</code></div>
<p>Agora já está tudo devidamente instalado. Basta clonar o seu repo do github e gerar a estrutura do jekyll lá dentro. Para isso faça:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px; text-align: left; font-size: 10pt"><code>$ git clone git@github.com:[seu usuário]/[seu usuário].github.com.git github-blog<br />
$ cd github-blog<br />
$ jekyll_generator . --title "Meu blog do github" </code></div>
<p>Pronto.. Seu novo blog já está criado. Basta dar o push e tudo já vai automaticamente para o ar:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px; text-align: left; font-size: 10pt"><code>$ git add *<br />
$ git commit -am 'estrutura inicial do jekyll'<br />
$ git push<br />
</code></div>
<h3>Escrevendo seus posts</h3>
<p>Perceba que na estrutura do jekyll há um diretório chamado <code>_posts</code>. É lá que o jekyll busca os arquivos com o texto dos seus posts. Note que esse arquivo deve respeitar um padrão de nome para que ele seja devidamente identificado:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px; text-align: left; font-size: 10pt"><code>ano-mes-dia-nome-do-post.markdown<br />
</code></div>
<p>ou</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px; text-align: left; font-size: 10pt"><code>ano-mes-dia-nome-do-post.textile<br />
</code></div>
<p>No topo do arquivo, é necessário utilizar uma notação <a title="yaml" href="http://www.yaml.org/" target="_blank">yaml</a> para informar ao jekyll qual o template ele deverá usar e qual será o título do post. Por exemplo:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px; text-align: left; font-size: 10pt"><code>---<br />
layout: post<br />
title: Blogando com Markdown no Github<br />
---<br />
</code></div>
<p>Para ter uma noção do produto final verifique o meu blog do github <a title="LeoLuz Github Page" href="http://leoluz.github.com" target="_blank">aqui</a> e sinta-se a vontade para fuçar, clonar, etc <a title="LeoLuz Github Repo" href="http://github.com/leoluz/leoluz.github.com/tree/master" target="_blank">esse</a> meu repo.</p>
<p>Até a próxima e qualquer dúvida ou sugestão, estamos ai!</p>
<p>[]&#8216;s<br />
-LeoLuz-</p></div>
]]></content:encoded>
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		<title>GEM &#8211; Seu vídeo a mil por hora no kernel 2.6.28!</title>
		<link>http://leo.classluz.net/2009/01/12/gem-seu-video-a-mil-por-hora-no-kernel-2628/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 23:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoLuz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[GEM]]></category>
		<category><![CDATA[intel]]></category>
		<category><![CDATA[kernel]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das grandes vantagens em utilizar qualquer distribuição Linux, é que você pode acompanhar a sua evolução de perto sem precisar fazer verdadeiros malabarismos atras de informação confiável. Vamos supor que você seja usuário de windows.. Imagine que você quisesse saber como vai funcionar o engine do próximo DirectX e quais os chipsets seriam melhor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>Uma das grandes vantagens em utilizar qualquer distribuição Linux, é que você pode acompanhar a sua evolução de perto sem precisar fazer verdadeiros malabarismos atras de informação confiável. Vamos supor que você seja usuário de windows.. Imagine que você quisesse saber como vai funcionar o engine do próximo DirectX e quais os chipsets seriam melhor beneficiados por essa nova arquitetura? Imagino que seja quase uma missão impossível uma vez que há estratégia de mercado envolvida nesse processo de desenvolvimento e a Microsoft quer você, mero usuário, a quilômetros de distancia de suas decisões e negociações.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-278" style="border: 1px dotted white; padding: 3px;" title="impossiblemission" src="http://leo.classluz.net/wp-content/uploads/2009/01/mission.jpg" alt="impossible mission" width="440" height="366" /></p>
<p>Porém se você tem alguma noção de informática e está disposto a investir uma boa grana em um desktop para que ele possa durar uns 3 anos sem precisar fazer upgrade (o que é meio difícil), saber as tendencias dos seu sistema operacional é uma informação crucial não é mesmo?</p>
<p>Essa é uma das maravilhas do mundo open source, e ao contrário do que muita gente pensa, você não precisa ser expert em C para entender o que está rolando de novidades no kernel do linux. Essa é a idéia do <a href="http://kernelnewbies.org" target="_blank">kernelnewbies</a>. Fornecer informações que possam ser lidas por um ser humano &#8220;normal&#8221; sobre as últimas implementações desse projeto.</p>
<p>Uma vez que você sabe exatamente o que contem a nova versão do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Linux_kernel" target="_blank">core do Linux</a> você tem a opção de esperar a sua distribuição atualizar para uma versão que contenha o novo kernel ou até mesmo compilá-lo se não tiver paciência de esperar.</p>
<p>Então vamos a algumas novidades interessantes no último release..</p>
<p>Em 25 de Dezembro foi lançado a versão do kernel 2.6.28 e com ele vem a inauguração de um novo módulo para controle de memória da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GPU" target="_blank">GPU</a> chamado GEM (Graphic Execution Manager). O GEM foi concebido pelo pessoal da Intel e se mostrou <a href="http://lwn.net/Articles/283793/" target="_blank">superior</a> ao seu similar TTM. Segundo o <a href="http://kernelnewbies.org/LinuxChanges" target="_blank">changelog</a> do kernelnewbies, alguns benchmarks apresentaram uma <a href="http://article.gmane.org/gmane.comp.video.dri.devel/30488" target="_blank">melhora de 50%</a> com a utilização do GEM!</p>
<p>Infelizmente, serão beneficiados a principio, apenas os possuidores de uma placa de vídeo com chipset Intel e que utilizem o driver i915 (meu caso.. espero que também seja o seu! :). A boa noticia, segundo o kernelnewbies, é que muitos drivers já estão implementando o suporte ao GEM.</p>
<p>Além dele, há outras novidades não menos interessantes como o lançamento, agora oficial, do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ext4" target="_blank">EXT4</a> que também apresenta uma <a href="http://www.phoronix.com/scan.php?page=article&amp;item=ubuntu_ext4&amp;num=1" target="_blank">melhoria em performance</a> considerável e não será necessário formatar todo o seu disco para fazer o upgrade!</p>
<p>Embora a vontade seja grande, vou aguardar o lançamento do Jaunty para testar o GEM e comprovar a sua melhora de performance. Afinal.. é por isso que eu escolhi o Ubuntu.. Para me preocupar o mínimo possível compilando pacotes gigantescos, resolvendo quilos de dependências e consequentemente focando no que realmente me interessa e tendo boas noites de sono! :)</p>
<p>Se você não conseguir se conter, compile o kernel ou atualize para o Jaunty beta e comente o resultado!</p>
<p>Um abraço, um bom 2009 e até a próxima!</p></div>
<p>-LeoLuz-</p>
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		</item>
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		<title>Sincronizando seu Iphone/Ipod Touch no Linux &#8211; Parte2</title>
		<link>http://leo.classluz.net/2008/12/22/sincronizando-seu-iphoneipod-touch-no-linux-parte2/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 23:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoLuz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[ipod]]></category>
		<category><![CDATA[virtualbox]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizado 04-03-2010: Já faz um bom tempo que publiquei esse post e recentemente foi relatado um novo método de sincronia sem a necessidade de instalar uma VM Windows. Esse novo método de sincronização está publicado aqui, porém eu ainda não testei e dessa forma não posso assegurar se funciona corretamente. De qualquer maneira parece bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p />
<div style="border:1px solid white;padding:10px;"><em>Atualizado 04-03-2010</em>: Já faz um bom tempo que publiquei esse post e recentemente foi relatado um novo método de sincronia sem a necessidade de instalar uma VM Windows. Esse novo método de sincronização está publicado <a target="_blank" href="http://maketecheasier.com/sync-iphone-with-rhythmbox/2010/02/13">aqui</a>, porém eu ainda não testei e dessa forma <b>não</b> posso assegurar se funciona corretamente. De qualquer maneira parece bem tranquilo e acho q vale o teste.</div>
<p>Até que enfim saiu o tão esperado VirtualBox 2.1 com a correção do bug que não permitia sincronizar o Iphone/Ipod Touch com um Linux box como host. Neste momento estou sincronizando e está funcionando perfeitamente.</p>
<p>Porém, algumas dicas para que tudo ocorra bem.</p>
<p><b>Importante</b>: As configurações abaixo foram testadas no Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex. Caso você use outra distro ou ainda não tenha atualizado seu Ubuntu, não garanto o funcionamento 100%.</p>
<p>Vamos lá:</p>
<p>Após ter instalado/atualizado seu Virtualbox para a versão 2.1, adicione no final do seu arquivo <code>fstab</code> em <code>/etc/fstab</code>:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code>none /proc/bus/usb usbfs devgid=46,devmode=666 0 0</code>
</div>
<p>Lembre-se que o grupo que o device (devgid) deve pertencer é o grupo do usuário <code>vboxusers</code>. Portanto deve-se substituir id 46 do exemplo acima pelo id correto. Para descobrir o id correto execute:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code>$ cat /etc/group | grep vboxusers</code>
</div>
<p>Deverá aparecer algo como:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code>vboxusers:x:46:leoluz</code>
</div>
<p>Na sua maquiná provavelmente aparecerá outro id. Então substitua pelo id correto no seu arquivo <code>fstab</code> citado acima. Em seguida verifique se o seu usuário faz parte do grupo <code>vboxusers</code> com o comando:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code>$ groups</code>
</div>
<p>Caso não faça parte, adicione o seu usuário a esse grupo com:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code>$ sudo gpasswd -a SEUUSUARIO vboxusers</code>
</div>
<p>Após feito isso digite o comando abaixo ou se preferir, reinicie o seu computador (<- eu sei que isso é uma heresia para a comunidade Linux! :p ):</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code>$ sudo mount -a</code>
</div>
<p>Agora o Virtualbox vai conseguir conversar com sua porta USB e o melhor de tudo, o iTunes vai sincronizar com o seu Iphone/Ipod Touch sem problema!
</p></div>
<p>Abraços!</p>
<p>-leoluz-</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A melhor maneira de sincronizar seu Iphone/Ipod Touch no Linux</title>
		<link>http://leo.classluz.net/2008/11/25/a-melhor-maneira-de-sincronizar-seu-iphone-ipod-touch-no-linux-intrepid/</link>
		<comments>http://leo.classluz.net/2008/11/25/a-melhor-maneira-de-sincronizar-seu-iphone-ipod-touch-no-linux-intrepid/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 01:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoLuz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizado 04-01-09: Clique aqui para ver o post sobre a versão 2.1 do Virtualbox! Resolvi publicar esse post como forma de retribuição. Na verdade a minha intenção inicial era ter achado informações como estas para evitar todo o trabalho que tive. Após procurar bastante sem nada muito conclusivo, resolvi &#8220;meter as caras&#8221; mesmo e por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p />
<div style="border:1px solid white;padding:10px;"><em>Atualizado 04-01-09</em>: Clique <a href="http://leo.classluz.net/2008/12/22/sincronizando-seu-iphoneipod-touch-no-linux-parte2/">aqui</a> para ver o post sobre a versão 2.1 do Virtualbox!</div>
<div style="text-align:justify;">
<p />Resolvi publicar esse post como forma de retribuição. Na verdade a minha intenção inicial era ter achado informações como estas para evitar todo o trabalho que tive. Após procurar bastante sem nada muito conclusivo, resolvi &#8220;meter as caras&#8221; mesmo e por a mão na massa! Como já li tantos posts ótimos que me livraram de verdadeiras enrascadas, me senti na obrigação de publicar esse! O fato é.. existem n maneiras de sincronizar seu Ipod Touch/Iphone com um sistema operacional Linux. Mas uma maneira descente mesmo eu só achei uma..</p>
<p>A seguir, minha trajetória..</p>
<p>Se você também achou <a href="https://help.ubuntu.com/community/PortableDevices/iPhone" target="_blank">esse howto</a> de sincronização pela rede wireless com o <a href="http://amarok.kde.org/" target="_blank">Amarok</a>, desista, é furada.. Esse método simplesmente corrompeu o file system do meu iTouch. Tive que fazer o processo de restore e carregar todas as minhas aplicações de novo. Além de ser uma solução lenta.. Imagina sincronizar 16gb de música pela sua rede wireless. Isso é.. se o seu roteador agüentar e não abrir o bico no meio do processo.</p>
<p>Já que a Apple não está nem ai para a comunidade Linux e nem sonha em lançar a %$#$ do iTunes para esse SO, resolvi partir para uma solução de virtualização(<a href="http://bfcentral.oi.com.br/forum/showthread.php?t=15121" target="_blank">TinyXP</a> numa VM só com o itunes instalado). O primeiro nome que me veio a cabeça foi o <a href="http://www.virtualbox.org/" target="_blank">VirtualBox</a> por ser uma solução mais &#8220;limpa&#8221;:</p>
<ul>
<li> Tem uma grande empresa por trás (Sun)</li>
<li> Está disponível no repositório do Ubuntu (minha distro)</li>
<li> É leve e o SO roda transparente. (Só não tem emulação 3D)</li>
</ul>
<p>Quando parecia tudo perfeito, tive o desprazer de descobrir que há um bug no tratamento de memória do VirtualBox 2.0.6 para acesso ao dispositivo USB. Esse bug não permite que o itunes reconheça o ipod/iphone conectado. O time de desenvolvimento prometeu <a href="http://www.virtualbox.org/ticket/491" target="_blank">corrigir</a> isso para a versão 2.1. Então, vou ter que esperar até lá para testá-lo novamente. :/</p>
<p>Para virtualização só me restou o velho <a href="http://www.vmware.com/" target="_blank">VMWare</a>, porém há alguns fatores negativos nessa solução.  A grande questão é que existem duas linhas principais de produtos para virtualização com VMWare. Qual dos dois utilizar? São eles:</p>
<ul>
<li> VMWare Server (Free, só que extremamente pesado!)</li>
<li> VMWare Workstation (Muitos recursos, host roda com performance excelente, porém é pago..)</li>
</ul>
<p>Se você está pensando em tentar uma virtualização com o VMWare e usa o Intrepid ou qualquer outra distro com kernel 2.6.27, nem tente instalar o VMWare server. Ele não funciona bem para esse kernel, e você precisa aplicar um <a href="http://ubuntu-tutorials.com/2008/11/01/vmware-server-107-on-ubuntu-810-intrepid-2627-7-generic/" target="_blank">patch</a> no SO antes de instalá-lo.</p>
<p>A única solução 100% que eu achei foi instalar o VMWare Workstation 6.5.0. Não tem segredo! É baixar e instalar.. O SO host roda perfeito e o melhor, sincroniza tranqüilamente com o seu ipod touch/iphone. O único problema é que para subir a VM você vai precisar de um serial válido.. Esse você acha num desses sites que você já conhece.. Ou se você for uma pessoa politicamente correta como eu&#8230; Baixa o trial e testa por 30 dias.. :p</p>
<p>Só mais um detalhe, para que o vmware consiga identificar seus dispositivos usb&#8217;s, você precisa montá-lo em algum diretório:</p>
<p>Para isso adicione a linha abaixo no seu <code>/etc/fstab</code> e reinicie:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:10px;"><code style="margin:10px;">usbfs /proc/bus/usb usbfs auto 0 0</code></div>
<p>Todas as soluções mencionadas acimas foram testadas por mim utilizando o Ubuntu 8.10 (Intrepid Ibex) kernel 2.6.27-7. A minha opinião é que a melhor solução (atualmente!) para resolver esse problema é realmente o VMWare Workstation 6.5. Porém, por um motivo ou outro você pode discordar. Dessa forma sinta-se a vontade para deixar um comentário e mostrar/provar o seu ponto de vista!</p>
<p>Boa sorte e que venha o Virtualbox 2.1..</p>
</div>
<p>[]&#8216;s<br />
-l30-</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu 8.10 (Intrepid Ibex) e algumas curiosidades</title>
		<link>http://leo.classluz.net/2008/10/31/ubuntu-810-intrepid-ibex-e-algumas-curiosidades/</link>
		<comments>http://leo.classluz.net/2008/10/31/ubuntu-810-intrepid-ibex-e-algumas-curiosidades/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 20:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoLuz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem (30/10/2008) saiu a versão nova do Ubuntu (8.10). Isso todo mundo já sabe! Porém talvez você não saiba que esse SO é meio misterioso e cheio de curiosidades. Vamos a elas.. De seis em seis meses uma nova versão do Ubuntu é lançada. Essa release ocorre aproximadamente 1 mês depois do lançamento do Gnome. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Ontem (30/10/2008) saiu a versão nova do Ubuntu (8.10). Isso todo mundo já sabe! Porém talvez você não saiba que esse SO é meio misterioso e cheio de curiosidades. Vamos a elas..</p>
<p style="text-align:justify;">De seis em seis meses uma nova versão do Ubuntu é lançada. Essa release ocorre aproximadamente 1 mês depois do lançamento do <a href="http://www.gnome.org/" target="_blank">Gnome</a>. A versão do SO sempre segue o formato ano.mês, ou seja:</p>
<p style="text-align:justify;">8.04 lançado em abril de 2008<br />
8.10 lançado em outubro de 2008<br />
9.04 será lançado em abril de 2009<br />
e assim por diante&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Outra curiosidade é a questão dos codinomes das versões que são sempre nomes duplos onde a primeira letra é sempre repetida e em ordem alfabética. Veja:</p>
<p>6.06 Dapper Drake<br />
6.10 Edgy Eft<br />
7.04 Feisty Fawn<br />
7.10 Gutsy Gibbon<br />
8.04 Hardy Heron<br />
8.10 Intrepid Ibex<br />
9.04 será <a href="https://lists.ubuntu.com/archives/ubuntu-devel-announce/2008-September/000481.html" target="_blank">Jaunty Jackalope</a></p>
<p>Esse <a href="http://1001gatos.org/de-onde-diabos-o-ubuntu-tira-seus-nomes/" target="_blank">post</a> explica melhor o significado desses nomes.</p>
<p style="text-align:justify;">Abaixo seguem alguns links de release notes dos componentes mais importantes dessa nova versão:</p>
<ul>
<li><a href="http://kernelnewbies.org/Linux_2_6_27" target="_blank">GNOME 2.24.1 With Tabbed File Browser</a></li>
<li><a href="http://kernelnewbies.org/Linux_2_6_27" target="_blank">Linux kernel 2.6.27</a></li>
<li><a href="http://www.x.org/wiki/Releases/7.4" target="_blank">X.org 7.4</a></li>
<li><a href="http://liquidat.wordpress.com/2007/10/05/networkmanager-07-feature-list/" target="_blank">Network Manager 0.7</a></li>
<li>Guest session/Switch User</li>
<li>PAM authentication framework</li>
<li>nVidia “legacy” video support</li>
<li>Create Bootable USB drive at the time of installation<br />
<a href="http://www.ubuntugeek.com/what-is-new-in-ubuntu-810-intrepid-ibex.html" target="_blank">fonte</a></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Caso você saiba de alguma curiosidade que não citei, adicione um comentário.</p>
<p>[]&#8216;s e até a próxima!<br />
-l30-</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>def youtube(download):</title>
		<link>http://leo.classluz.net/2008/08/30/youtube-download/</link>
		<comments>http://leo.classluz.net/2008/08/30/youtube-download/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 18:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LeoLuz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Screencast, em geral, é uma ótima maneira de ter uma aula completa sobre qualquer assunto. Considero essa modelo muito melhor do que estilo tradicional de aula que por séculos vem sendo ministrados. É muito difícil, para não dizer doloroso, ter que cruzar são paulo (cidade onde moro) para fazer um curso, uma pós-graduação, um mestrado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">
<p />Screencast, em geral, é uma ótima maneira de ter uma aula completa sobre qualquer assunto. Considero essa modelo muito melhor do que estilo tradicional de aula que por séculos vem sendo ministrados. É muito difícil, para não dizer doloroso, ter que cruzar são paulo (cidade onde moro) para fazer um curso, uma pós-graduação, um mestrado, etc.. Principalmente porque trabalho e o único tempo que tenho é o período noturno, que dependendo do ritmo do seu dia será um período totalmente improdutivo.</p>
<p>Por esses e outros motivos que adoro e estou sempre buscando novos screencasts de assuntos que gosto de aprender. É óbvio que atualmente, a maioria deles estão hospedados no <a title="youtube" href="http://www.youtube.com" target="_blank">Youtube</a>.</p>
<p>Recentemente descobri uma ótima ferramenta para quem deseja realizar um dowload de um vídeo do youtube para o seu HD. Essa ferramenta está disponível para o sistema operacional Linux e chama-se youtube-dl. Se você tem a sorte de usar o <a title="Ubuntu" href="http://www.ubuntu.com/" target="_blank">Ubuntu</a> como SO, para instalar basta digitar no terminal:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code style="margin-left:8px;">sudo apt-get install youtube-dl</code>
</div>
<p>Para baixar seu vídeo preferido basta digitar:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code style="margin-left:8px;">youtube-dl &lt;endereço do video&gt; </code>
</div>
<p>Exemplo:</p>
<div style="border:1px dashed white;padding:8px;">
<code style="margin-left:8px;">youtube-dl http://www.youtube.com/watch?v=E4Fbk52Mk1w</code>
</div>
<p>PS.: Esse vídeo é bem legal!</p>
<p>Até a próxima!<br />
[ ]&#8216;s<br />
-l30-
</p></div>
]]></content:encoded>
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